EU ME PREPAREI, esperando ver os irmãos Dashkov
aparecer novamente com alguns ‘conselhos’ de última hora. Invés disso eu vi…
— Adrian! —
Eu corri pelo jardim onde eu tinha aparecido e joguei
meus braços em torno dele. Ele abraçou-me também e me levantou do chão.
— Pequena
Damphir, — disse ele, uma vez que ele me colocava no chão novamente. Seus
braços ficaram ao redor da minha cintura. — Eu tive saudades. —
— Eu também
tive saudades suas. — E eu quis dizer isso. Os últimos dois dias e seus
acontecimentos bizarros estavam completamente desequilibrado minha vida, e
estar com ele - mesmo em um sonho - foi reconfortante. Eu fiquei na ponta dos
pés e beijei-o, apreciando um momento de calor e paz, quando os nossos lábios
se encontraram.
— Você está
bem? — Ele perguntou quando eu quebrei o beijo. — Ninguém me diz muito sobre
você. Seu velho diz que você está segura e que a Alquimista iria deixá-lo saber
se alguma coisa desse errado. —
Eu não me incomodei dizendo a Adrian, que
provavelmente nem tudo era verdade, visto que nem Abe sabia que nós nos
tínhamos enfiamos em algum sertão de vampiros.
— Estou bem, — eu
assegurei a Adrian. — Maior parte entediada. Estamos escondidos neste buraco de
mergulho de cidade. Eu não acho que alguém venha nos procurar. Eu não acho que
eles queiram. —
Um olhar de alívio no rosto bonito, e ocorreu-me o
quão preocupado ele estava.
— Fico feliz.
Rose, você não consegues imaginar o quanto. Eles não estão apenas a questionar
as pessoas que poderiam estar envolvidas. Os guardiões estão fazendo todos os
tipos de planos para caçar você. Eles falam de toda essa conversa sobre força bruta. —
— Bem, eles não
vão me encontrar. Eu estou em algum lugar muito remoto. — Muito remota.
— Eu gostaria
de ter ido com você. —
Ele ainda parecia preocupado, e eu apertei o dedo em
seus lábios. — Não. Não diga isso. É melhor você estar onde está — e melhor,
não estar associado a mim mais do que já está. Você já foi interrogado? —
— Sim, eles não
tiraram nada de útil em mim. Álibi muito apertado. Trouxeram-me quando eu fui
para encontrar Mikhail, porque nós conversamos sobre… —
— Eu sei. Joe.
—
A surpresa de Adrian foi breve. — Pequena dhampir,
você esteve espionando. —
— É difícil não
estar. —
— Você sabe, o
quanto gosto da ideia de ter alguém sempre a saber quando você está em apuros,
eu me sinto agradecido por não ter alguém ligado a mim. Não tenho certeza se eu
gostaria de ter alguém á procura na minha cabeça. —
— Eu não acho
que alguém iria querer olhar na sua cabeça também. Uma pessoa que vive a vida
de Adrian Ivashkov já é difícil. —
Diversão cintilou em seus olhos, mas desapareceu
quando voltei para o negócio.
— De qualquer
forma, sim. Eu através da Lissa… hum, o interrogatório de Joe. Isso é coisa
séria. O que Mikhail disse? Se Joe mentiu, isso apura meia prova contra mim. —
Teoricamente, mataria também o álibi de Adrian.
— Bem, nem bem
a metade. Teria sido melhor se o Joe dissesse que você estava no seu quarto
durante o assassinato, alegando que teve um flash, em vez de dizer que não se
lembra de nada. Ele também teria sido melhor se ele não tivesse dito tudo isso
sob compulsão da Lissa. Mikhail não pode relatar isso. —
Eu suspirei. Sair com usuários de espírito, eu tinha
começado por ter compulsão ao certo. Era fácil esquecer que entre os Moroi, era
tabu, este tipo de coisa que tu fazias podias entrar em sérios problemas. Na
verdade, Lissa nunca ficou em apuros por usá-lo ilegalmente. Ela também poderia
ser acusada de simplesmente fazer Joe dizer o que ela queria. Qualquer coisa
que se ele dissesse em meu favor seria suspeita. Ninguém acreditaria.
— Além disso, —
acrescentou Adrian, olhando desanimado, — se o que Joe disse sai para fora, o
mundo iria aprender sobre os actos equivocados de amor da minha mãe. —
— Desculpa, — eu
disse, colocando meus braços em torno dele. Queixava-se de seus pais o tempo
todo, mas realmente se preocupava com sua mãe.
descobrir sobre a corrupção que ela fez deveria ser
duro para ele, e eu sabia que a morte de Tatiana ainda lhe doía. Parecia que eu
recentemente, estava em torno de um monte de homens em angústia. — Embora, eu
realmente esteja feliz, por ela limpar-te de qualquer conexão. —
— Foi estúpido
da parte dela. Se alguém souber, ela pode estar em sérios problemas. —
— Qual é o
conselho do Mikhail então? —
— Ele vai
encontrar Joe e pergunta-lhe em particular. De lá ir. Por agora, não há muito
mais que podemos fazer com a informação. É útil para nós…mas não para o sistema
jurídico. —
— Sim, — eu
disse, tentando não sentir-me desanimada. — Eu acho que é melhor que nada. —
Adrian balançou a cabeça e, em seguida, afastou o seu
humor negro de uma maneira mais fácil dele. Ainda mantendo os braços em volta
de mim, recuou um pouco, sorrindo quando ele olhou para mim. — Bonito vestido,
já agora. —
A mudança de tema me pegou de surpresa, embora eu
deveria ter usado isso para ele, já agora. Seguindo seu olhar, eu percebi que
estava vestindo um velho vestido meu, o sexy vestido preto que usei quando
Victor desencadeou uma luxúria sensual em mim e em Dimitri. Uma vez que Adrian
não me consegue vestir num sonho, o meu subconsciente tinha ditado a minha
aparência. Eu estava do tipo surpreendida por ter escolhido isto.
— Oh… — de
repente me senti envergonhada, mas não sabia porquê. — Minha própria roupa é
uma espécie a abater. Eu acho que eu queria algo para neutralizar isso. —
— Bem, isso
fica bem em você. — Os dedos de Adrian deslizaram ao longo da alça. — Muito
bem. —
Mesmo em um sonho, o toque de seu dedo fez minha pele
formigar. — Cuidado, Ivashkov. Nós não temos tempo para isso. —
— Estamos
dormindo. O que mais a gente vai fazer? —
Meus protestos foram abafados em um beijo. Eu me
afundei nele. Uma das mãos deslizou para o lado da minha coxa, perto da borda
do vestido, e levou muita energia mental para me convencer de que ele a puxando
o meu vestido, provavelmente não vai limpar o meu nome. Eu relutantemente
movi-me de volta.
— Nós vamos
descobrir quem matou Tatiana, — eu disse, tentando recuperar o fôlego. —
— Não há nenhuma nós,— disse ele, ecoando a mesma
linha que eu usei com Victor. —
— Existe eu. E
Lissa. E Christian. E o resto dos nossos desajustados amigos. —
Acariciou meus cabelos e, em seguida, puxou-me de
novo, roçando um beijo na minha bochecha.
— Não se
preocupe, pequena dhampir. Toma conta de ti mesma. Apenas fique onde você está.
—
— Eu não posso,
— eu disse. — Você não entendeu? Eu não posso simplesmente não fazer nada. — As
palavras saíram da minha boca antes que eu pudesse detê-las. Uma coisa era
protestar contra a minha inactividade com Dimitri, mas com Adrian, eu precisava
fazer ver a ele e aos outros na Corte, que eu estava fazendo a coisa certa.
— Você tem. Nós
cuidamos disso por ti. — Ele não entendeu, eu percebi. Ele não entende o quanto
eu precisava fazer algo para ajudar. Para seu crédito, suas intenções eram
boas. Ele pensou que cuidar de mim era um grande negócio. Ele queria me manter
segura. Mas ele realmente não conhecia como era agoniante eu não ter nenhuma
actividade. — Nós vamos encontrar essa pessoa e impedi-los de fazer o que quer
que seja…que eles querem fazer. Pode demorar um tempo, mas nós vamos corrigir
isso. —
— Tempo… — Murmurei
contra o seu peito, deixando o argumento ir. Eu não chegaria a lugar algum se o
convencesse de que precisava para ajudar meus amigos, e de qualquer forma, eu
tinha minha própria busca agora. Tanta coisa para fazer, tão pouco tempo. Olhei
para dentro da paisagem que ele tinha criado. Eu tinha notado árvores e flores
mais cedo, mas só agora percebi que estávamos no pátio da Igreja — isto é, que
tinha sido antes do assalto de Abe. A estátua da rainha Alexandra estava
intacta, os cabelos longos e olhos tipo imortalizado em pedra. A investigação
do assassinato realmente estava nas mãos dos meus amigos, mas Adrian estava
certo: pode demorar um pouco. Eu suspirei.
— Tempo.
Precisamos de mais tempo. —
Adrian afastou-se ligeiramente.
— Humm? O que você
disse? —
Eu olhei para ele, mordendo meu lábio inferior com um
milhão de pensamentos girando em minha mente. Olhei novamente para Alexandra e
fiz a minha decisão, perguntando se eu estava a ponto de estabelecer novos
recordes na loucura. Voltei-me para Adrian e apertei a mão dele.
— Eu disse:
precisamos de mais tempo. E eu sei como é que podemos obtê-lo… mas… bem, há
algo que você tem que fazer por mim. E você, uh, provavelmente não deve
mencionar isso a Lissa… —
Tive tempo suficiente para entregar as minhas
instruções para Adrian, que ficou tão chocado como eu tinha esperado antes de
Dimitri me despertar para o meu turno. Nós ficamos com pouca conversa. Ele
tinha seu rosto sempre difícil, mas eu podia ver as linhas de fadiga gravadas
em cima do seu aspecto. Eu não queria incomodá-lo — ainda — com o meu encontro
com Victor e Robert. Sem mencionar o que eu tinha pedido Adrian fazer. Haveria
tempo de sobra para uma repescagem depois. Dimitri adormeceu dessa maneira
fácil dele, e Sydney nunca se mexeu o tempo todo. Invejei-a por uma noite cheia
de sono, mas não conseguia evitar um sorriso como a sala ficou mais leve. Ela
estava inadvertidamente colocada num horário de vampiros depois de nossas
aventuras durante toda a noite.
Claro que Lissa estava no mesmo horário, o que
significava que eu não poderia visitá-la durante o meu horário. Ainda bem. Eu
precisava ficar de olho sobre este assustadora colectiva onde tínhamos
tropeçado. Estes Protectores não podem querer transformar-nos, porém não que
quer torná-los inofensivos. Eu também não esqueci dos receios de Sidney sobre
uma visita surpresa de Alquimistas.
Quando o final da tarde veio para o resto do mundo,
ouvi mexendo dentro da casa. Eu gentilmente toquei no ombro de Dimitri, e ele ficou
acordado instantaneamente.
— Calma, — eu
disse, incapaz de esconder um sorriso. — Apenas um alerta. Parece que nossos
amigos caipiras estão se levantando. —
Desta vez, a nossa voz acordou Sydney. Ela rolou para
nós, seus olhos olharam de soslaio para a luz que vinha através de uma janela
mal tapada.
— Que horas
são? — Ela perguntou, esticando suas pernas.
— Não tenho
certeza. — Eu não tinha relógio. — Provavelmente passa do meio-dia. Três?
Quatro? —
Ela sentou-se quase tão rapidamente como Dimitri.
— Da parte da
tarde? — A luz do sol deu-lhe a resposta. — Porra para vocês e os vossos
horríveis horários. —
— Você acabou
de dizer porra? Isso não vai contra as regras da Alquimia? — Eu provoquei.
— Às vezes é
necessário. — Esfregou os olhos e olhou para a porta. O fraco barulho que eu
tinha ouvido no resto da casa estava mais alto agora, audível até mesmo para
seus ouvidos.
— Eu acho que
precisamos de um plano. —
— Temos um, — eu
disse. — Encontrar o irmão da Lissa. —
— Eu nunca
concordei inteiramente com isso, — ela me lembrou. — E vocês vão, indo pensando
eu apenas posso estar fora magicamente como um filme hacker para encontrar
todas as respostas. —
— Bem, pelo
menos é um lugar… — Um pensamento me ocorreu, que poderia baralhar as coisas a
sério.
— Merda. Seu
laptop não vai trabalhar mesmo fora daqui. —
— Tem um modem
via satélite, mas a bateria é o que temos que nos preocupar. — Sydney suspirou,
levantou-se alisando a roupa amarrotada com desânimo.
— Eu preciso de
um café ou algo assim. —
— Eu acho que
vi um em uma caverna abaixo da estrada, — eu disse.
Aquilo quase teve um sorriso dela. — Deverá haver
alguma cidade aqui perto onde eu possa usar meu laptop. —
— Mas
provavelmente não é uma boa ideia levar o carro a qualquer lugar neste Estado,
— disse Dimitri. — Apenas no caso de alguém no motel ter teu número de
matrícula. —
— Eu sei, — ela
disse severamente. — Eu estava pensando sobre isso também. —
Nossos brilhantes planos foram interrompidos por uma
batida na porta. Sem esperar por uma resposta, Sarah enfiou a cabeça dentro e
sorriu.
— Ah, bom.
Vocês estão acordados. Nós estamos indo buscar o café da manhã, se vocês
quiserem se juntar a nós. —
Através da porta, surgiram uns perfumes soltos do que
parecia um pequeno-almoço normal: bacon, ovos…O pão que tinha comido á noite me
satisfez, mas eu estava pronta para comida de verdade e disposta a rolar os
dados que qualquer família de Raymond tinha para oferecer.
Na secção principal da casa, encontramos uma enxurrada
de actividades domésticas. Raymond parecia estar cozinhando algo sobre a
lareira enquanto Paulette estava a por a longa mesa. Já tinha um prato de ovos
mexidos perfeitamente normal e mais fatias de pão de ontem.
Raymond levantou-se da lareira, segurando uma folha de
metal coberto de bacon crocante. Um sorriso rasgou seu rosto barbudo, quando
nos avistou. Quanto mais destes Protectores eu via, mais eu continuava a
perceber algumas coisas. Eles não faziam nenhuma tentativa de esconder as suas
presas. Desde a infância, os Moroi eram ensinados a sorrir e falar de uma
maneira que minimizasse a exposição das presas, no caso de estarem em cidades
humanas. Não havia nada disso aqui.
— Bom dia, — disse
Raymond, empurrando com cuidado o bacon em outro prato sobre a mesa. — Eu
espero que vocês tenham muita fome. —
— Você acha que
isto é, bacon mesmo? — Sussurrei para Sydney e Dimitri. — E não um esquilo ou
algo assim? —
— Parece real
para mim, — disse Dimitri.
— Eu ia dizer
isso também, — disse Sidney. — Embora, eu garanto que são seus próprios porcos
e não uma mercearia. —
Dimitri riu de qualquer expressão que passou pela minha
face.
— Eu sempre
gosto de ver o que te preocupa. Strigoi? Não. Alimentos questionáveis? Sim. —
— Que tal
Strigoi? —
Joshua e Angeline entraram na casa. Ele tinha um prato
de amoras, e ela estava empurrando ao mesmo tempo os pequenos miúdos. Pelos seus
rostos sujos contorcidos, eles claramente queria voltar lá para fora. Foi
Angeline que tinha feito a pergunta.
Dimitri cobriu o meu enjoo.
— Apenas a
falar sobre alguns Strigoi que Rose matou. —
Joshua chegou a um impasse e olhou para mim espantado,
com aqueles lindos largos olhos azuis.
— Tu já mataste
Perdidos? Ahh… Strigoi? —
Eu admirei a sua tentativa de usar o ‘nosso’ termo.
— Quantos? —
Eu encolhi os ombros. — Eu realmente não sei mais. —
— Não usas as
marcas? — Raymond repreendeu. — Eu não sabia que os Impuros os tinham deixado —
— As marcas…oh.
Yeah. Nossas tatuagens? Nós temos. —
Virei-me e levantei o meu cabelo. Eu ouvi um barulho
de pés e, então, senti um dedo tocando minha pele. Eu vacilei e voltei-me
depressa, apenas a tempo de ver Joshua abaixando a mão timidamente.
— Desculpe, — disse
ele. — Eu nunca vi nada parecido com essas. Apenas as marcas molnija. Isso é
como nós contamos as nossas mortes de Strigoi. Você tem… muitas. —
— A marca em
forma de S é exclusivo para eles, — disse Raymond com desaprovação. Aquele
olhar foi rapidamente substituído por admiração. — O outro zvezda. —
Isso rendeu suspiros de Joshua e Angeline e um — O
quê? — de mim.
— A marca de
batalha, — disse Dimitri. — Não há muitas mais pessoas que chamam zvezda. Isso
significa 'estrela’. —
— Huh. Faz
sentido, — eu disse. A tatuagem era, na verdade, uma espécie de uma forma de
estrela e é dado quando alguém tinha lutado em uma grande batalha, o suficiente
para perder a conta do número de Strigoi mortos. Afinal, só havia marcas molnija,
quantas você pode enfiar no seu pescoço.
Joshua sorriu para mim de uma forma que fez o meu
estômago agitar um pouco. Talvez ele fizesse parte de uma seita pseudo-Amish,[1] mas não muda o facto de que ele ainda era bem
parecido.
— Agora eu
entendo como você conseguiu matar a rainha Impura. —
— É
provavelmente falsa, — disse Angeline.
Eu tinha ido para protestar contra a parte de matar a
rainha, mas seu comentário me descarrilou.
— Mas não é! Eu
ganhei quando Strigoi atacaram a nossa escola. E muito depois disso eu apanhei
mais. —
— A marca não
pode ser tão incomum, — disse Dimitri. — Seu povo deve ter tido grandes lutas
Strigoi de vez em quando. —
— Nem por isso,
— disse Joshua, os olhos ainda em mim. — A maioria de nós nunca lutou ou mesmo
viu os Perdidos. Eles realmente não nos incomodam. —
Isso foi surpreendente. Se alguma vez existisse um
alvo Strigoi, um grupo de Moroi, dhampirs, e seres humanos no meio do nada,
seria perfeito.
— Por que não?
— perguntei.
Raymond piscou para mim. — Porque nós lutaríamos. —
Ponderei sua declaração enigmática quando a família se
sentou para comer. Novamente, eu pensei sobre a vontade de lutar da comunidade
inteira quando nós chegamos. Era realmente o suficiente para assustar os
Strigoi? Não muito deles, mas talvez algumas coisas eram muito inconvenientes
de se lidar. Gostava de saber qual a opinião de Dimitri sobre aquilo. Sua
própria família tinha vindo de uma comunidade que se separou um pouco da vida
idealista dos Moroi, mas não era nada assim.
Tudo isto girou em minha mente enquanto nós comíamos e
conversávamos. Os Protectores ainda tinham muitas perguntas sobre nós e
Tatiana. A única que não participou foi Angeline. Ela comeu tão pouco como
Sydney e ficava observando-me com uma carranca.
— Precisamos de
algumas fontes, — disse Sydney abruptamente, interrompendo-me no meio de uma
história horrível. Eu não me importei, mas os outros pareciam desapontados.
— Onde fica a
cidade mais próxima e que teria um café… ou qualquer restaurante? —
— Bem, — disse
Paulette. — Rubysville é um pouco mais de uma hora ao norte. Mas nós temos
abundância de comida aqui para vocês. —
— Não se trata
de comida, — eu disse rapidamente. — A vossa tem sido maravilhosa. — Olhei para
Sidney. — Uma hora não é tão ruim, certo? —
Ela assentiu com a cabeça e depois olhou hesitante
para Raymond. — Existe alguma maneira… existe alguma maneira de nos emprestar
um carro? Eu vou… — A próxima frase claramente lhe causou dor. — Eu vou deixar
as chaves do meu até voltarmos. —
Ele arqueou uma sobrancelha.
— Você tem um
bom carro. —
Sydney deu de ombros.
— Quanto menos
conduzi-lo por aqui, melhor. —
Ele nos disse que poderíamos tomar seu camião e que
ele provavelmente não ia mesmo necessariamente
usar o CR-V. Sydney deu-lhe um sorriso tenso de agradecimento, mas eu sabia que
imagens de vampiros usufruírem de seu carro estava dançando na sua cabeça.
Partimos logo depois, esperando estar de volta antes
que o sol se pusesse. As pessoas foram saindo e aproximarem-se do município,
fazendo suas tarefas ou qualquer outra coisa que eles faziam com suas vidas. Um
grupo de crianças sentaram-se á volta de uma damphir que estava a ler um livro
para eles, fazendo-me pensar que tipo de processo de educação que eles tinham
aqui.
Todos os Protectores pararam o que estavam fazendo
quando nós passamos, nos dando tanto olhares curiosos ou simplesmente sorrisos.
Eu sorri de volta ocasionalmente, mas a maioria manteve os olhos em frente.
Joshua estava escoltando-nos de volta para o estacionamento e conseguiu
caminhar ao meu lado quando chegamos a um caminho estreito.
— Eu espero que
você não demore muito, — disse ele. — Eu quero conversar mais com você. —
— Claro, — eu
disse. — Isso vai ser divertido. —
Ele brilhou e cavalheiramente afastou um galho para o
lado.
— Talvez eu
possa mostrar minha caverna. —
— Sua…espera. O
quê? Não vive com seu pai? —
— Por agora.
Mas estou a começar a ter o meu próprio lugar. —
Havia orgulho na sua voz.
— Não é tão
grande quanto a dele, claro, mas é um bom começo. Está quase limpa. —
— Isso é
realmente, hum, grande. Definitivamente, me mostre quando voltarmos. —
As palavras vieram facilmente para os meus lábios, mas
minha mente estava ponderando o facto da casa de Raymond ser aparentemente
grande.
Joshua se separou de nós quando chegamos ao camião de
Raymond, uma pickup vermelha com um grande banco que mal conseguia caber nós
três. Considerando que os Protectores não deixavam muito o mato, o carro
parecia que tinha visto um monte de milhas. Ou talvez apenas um monte de anos
de desuso.
— Você não
deveria lidar com ele desse jeito, — disse Dimitri, quando estávamos na estrada
á uns dez minutos. Surpreendentemente, Sydney deixou ele conduzir. Imaginei que
ela pensasse que um camião forte merecia um motorista másculo.
Agora que nós estávamos nos movendo, minha mente tinha
se focado de novo na tarefa que tinha em mãos: achar o outro Dragomir.
— Huh? —
— Joshua. Você
estava flertando com ele. —
— Eu não
estava! Estávamos só conversando. —
— Você não está
com o Adrian? —
— Sim! — eu
exclamei, olhando para Dimitri. Seus olhos estavam fixos na estrada. — E é por
isso que eu não estava flertando. Como você pode ler tanto naquilo? Joshua nem
gosta de mim desse jeito. —
— Na verdade, —
disse Sydney, sentando entre nós, — ele gosta. —
Joguei minha incredulidade para ela, — Como você sabe?
Ele trocou blihetinhos com você ou coisa parecida? —
Ela rolou os olhos. — Não. Mas você e Dimitri são como
deuses lá no campo. —
— Nós somos
forasteiros. — eu a lembrei. — Infectados. —
— Não. Você são
ex-Strigoi — e assasinos de Rainhas. Pode ter tido encanto do sul e
hospitalidade lá, mas aquelas pessoas podem ser selvagens. Eles põem um grande
premio por poderem bater nas pessoas. E considerando quão mal vestidos a
maioria deles são, vocês são... bom... vamos só dizer que vocês são a coisa
mais quente para se falar por lá por um tempo. —
— Você não é
quente? — eu perguntei.
— Isso é
irrelevante, — ela disse, afobada pelo comentário. — Alquimistas não estão nem
no radar deles. Nós não lutamos. Eles acham que nós somos fracos. —
Eu pensei nas caras emburradas e tive que admitir que
muitas pessoas lá tinham um intemporado, olhar desgastado. Quase.
— A família do Raymond era muito bem apessoada. — eu
apontei. Ouvi um grunhido do Dimitri que sem duvida viu isso como uma evidencia
de eu estar flertando com o Joshua.
— Sim, — ela disse. — Porque eles provavelmente são a
familia mais importante da cidade. Eles comem melhor, provavelmente não tem que
trabalhar no sol também. Esse tipo de coisa faz diferença. —
Não teve mais conversa sobre flerte enquanto
continuamos dirigindo. Fizemos um otimo tempo até Rubysvile, que parecia
assustadoramente similar a primeira cidade que ficamos. Quando nós paramos no
que parecia ser o único posto de gasolina de Rubysvile, Sydney foi para dentro
para fazer algumas perguntas. Ela voltou, dizendo que havia mesmo um tipo de
café onde ela poderia plugar seu laptop e tentar achar o que precisávamos.
Ela pediu café, e nós sentamos lá com ela, muito
cheios do café da manhã para pedir qualquer coisa. Depois de alguns olhares
maldosos da garçonete por achar que nós éramos bandidos, Dimitri e eu decidimos
dar uma volta pela cidade. Sydney pareceu tão contente quanto a garçonete por
isso. Eu não acho que ela gostava de nos ter rondando.
Eu tinha feito alguns comentários para Sydney sobre
West Virginia, mas eu tinha que admitir que o cenário era lindo. Altas árvores,
cheias de folhas no verão, cercavam a cidade como um abraço. Depois delas, montanhas
despontavam, muito diferentes daquelas perto de St. Vladimir que eu cresci
vendo. Essas eram ondeadas e verdes, cobertas por mais árvores. A maioria das montanhas
em volta da St. Vladimir eram rochosas e entalhadas, com picos com neve. Um
estranho senso de nostalgia me pegou, pensando em Montana. Havia uma grande
chance de nunca mais a ver de novo. Se eu passar o resto da minha vida fugindo,
St. Vladimir é o último lugar que eu poderia ir. Se eu fosse pega, bem... então
eu definitivamente nunca mais veria Montana de novo.
— Ou qualquer
lugar, — eu murmurei, colocando para fora antes que pudesse me parar.
— Hmm? — perguntou
Dimitri.
— Eu estava
pensando se os guardiões nos pegarem. Eu nunca pensei no quanto eu quero fazer
e ver. De repente, está tudo em jogo, sabe? — Nos movemos para um lado da
estrada assim que uma pickup laranja veio passando. Crianças nas férias de
verão guinchavam e gritavam. — Okay, suponho que meu nome não seja inocentado e
nunca encontremos o real assassino. Qual é o próximo melhor cenário? Eu: sempre
fugindo, me escondendo. Essa será minha vida. Por tudo o que sei, Eu vou ter
que viver com os Protetores. —
— Não acho que
chegará a tanto. — disse Dimitri, — Abe e Sydney ajudarão você a achar um lugar
seguro. —
— E há um lugar
seguro? De verdade? O Adrian disse que os guardiões estão dando tudo para nos
achar. Eles tem os Alquimistas e provavelmente autoridades humanas procurando
por nós também. Não importa onde nós formos, correremos o risco de ser pegos.
Então teremos que nos mudar. Será assim para sempre. —
— Você estará
viva, — ele apontou, — É isso que importa. Aproveite o que você tem, cada
pequeno detalhe de onde você estiver. Não se foque onde você não está. —
— Yeah, — eu admiti,
tentando seguir seu conselho. O céu pareceu mais azul, os passarinhos mais
cantantes. — Eu acho que não deveria choramingar sobre os lugares dos meus
sonhos que não conhecerei. Eu deveria estar agradecida por ver qualquer coisa.
E que não estou vivendo numa caverna. —
Ele me olhou e sorriu, algo ilegível em seus olhos. — Onde
você quer ir? —
— O que, agora?
— eu olhei em volta, pesando nossas opções. Tinha um pet shop,[2] uma drogaria, e uma sorveteria. Tive um
pressentimento de que teríamos que visitar a última antes de sair da cidade.
— Não, no mundo
todo. —
Olhei para ele cautelosamente.
— A Sydney vai ficar muito nervosa se formos para Istambul
ou algo parecido. — Isso me fez dar uma gargalhada.
— Não é o que eu tinha em mente. Vamos. —
Eu o segui pelo que parecia ser o pet shop e então eu
percebi um pequeno edifício atrás dele. Naturalmente, seus olhos de aguia
tinham visto o que eu perdi - provavelmente porque eu estava focada no sorvete.
BIBLIOTECA PUBLICA DE RUBYSVILE.
— Whoa, hey, — eu
disse. — Uma das poucas vantagens de se graduar foi evitar lugares como esse. —
— Provavelmente
tem ar condicionado. — eu apontei. Olhei para a parte de cima suada do meu top e
percebi um tom rosado na minha pele. Com a minha tez bronzeada, eu raramente me
queimava, mas estava um sol quente — mesmo tão tarde. — Vai na frente, — eu
disse para ele.
A biblioteca estava misericordiosamente gelada, apesar
de que era bem menor do que a de St Vladimir.
Com algum sentido estranho (ou talvez apenas um
conhecimento da Classificação Decimal de Dewey[3]),
Dimitri nos levou para a seção de Viagens — que consistia em uns dez livros,
três dos quais eram sobre West Virginia.
Ele parou.
— Não exatamente o que eu esperava — ele procurou na
prateleira duas vezes e então tirou um grande, super colorido intitulado Os 100
Melhores Lugares para se Visitar pelo Mundo.
Ele sentou de pernas cruzadas no chão, e me entregou o
livro. — De jeito nenhum, camarada, — eu disse. — Eu sei que os livros são uma
viagem pela imaginação, mas não acho que esteja no clima para isso hoje. —
— Apenas pegue,
— ele disse. — Feche seus olhos, e abra numa página qualquer. —
Parecia bobo, considerando tudo o que estava
acontecendo na nossa vida, mas seu rosto disse que ele estava falando sério.
Fazendo o que ele pediu, eu fechei meus olhos e escolhi uma página do meio. Eu
o abri.
— Mitchel,
Dakota do Sul? — eu exclamei.
Me lembrando que eu estava numa biblioteca, eu baixei
minha voz. — De todos os lugares do mundo, isso faz parte do top 100? —
Ele estava sorrindo denovo, e eu tinha me esquecido do
quanto eu sentia falta disso.
— Leia. —
— Localizada há
90 minutos de Sioux Falls, Mitchel é o lar do Palácio de Milho. — Eu olhei para
ele desacritando. — Palácio de Milho? —
Ele veio para mais perto de mim, para poder ver as
fotos. — Eu pensei que fosse feito de palha de milho. — ele observou. As fotos
na verdade mostravam um prédio que parecia ter um estilo do Oriente Médio - ou
mesmo Russo, com torres e cúpulas.
— Eu também. — Relutantemente,
eu adicionei. — Eu visitaria. Aposto que eles tem umas camisetas bem legais. —
— É, — ele
disse, com um olhar astuto em seus olhos, — Aposto que nenhum guardião nos procuraria
lá. —
Eu não tentei segurar uma risada, nos imaginando como
fugitivos vivendo no Palácio de Milho pelo resto de nossas vidas.
Nosso divertimento trouxe uma censura de uma
bibliotecária, e nos aquietamos quando foi a vez de Dimitri. São Paulo, Brasil.
Então minha vez: Honolulu, Hawai. Indo e voltando pelo livro, e depois de um tempo,
estávamos os dois no chão, um ao lado do outro, dividindo reações diferentes
enquanto continuávamos nossa — viagem global pela imaginação. — Nossos braços e pernas mal se tocavam.
Se alguém tivesse me dito 24 horas atrás que estaria
numa biblioteca com Dimitri, lendo um livro de viagem, eu teria dito que a
pessoa estava louca. Quase tão louco quanto a percepção de que eu estava
fazendo algo tão perfeitamente normal e casual com ele. Desde o momento em que
nos conhecemos, nossas vidas tem sido sobre segredos e perigo. E realmente,
essas ainda eram as coisas dominantes nas nossas vidas. Mas naquelas poucas
horas calmas, o tempo pareceu parar. Estávamos em paz. Éramos amigos.
— Florença, Itália
— . Eu li. Fotos de elaboradas igrejas e galerias enchiam a página. — A Sydney
quer ir para lá. Ela queria estudar lá, na verdade. Se Abe pudesse conseguir
isso, eu acho que ela serviria ele pelo resto da vida. —
— Ela ainda é
muito obediente, — Dimitri comentou. — Eu não a conheço bem, mas tenho quase
certeza de que ele tem alguma coisa sobre ela. —
— Ele a tirou
da Rússia, a trazendo de volta para os EUA. —
Ele balançou a cabeça. — Tem que ser mais do que isso.
Os Alquimistas são fiéis uns aos outros. Eles não gostam de nós. Ela esconde
isso — eles são treinados para esconder -— mas cada minuto com os Protetores é
uma agonia. Para ela nos ajudar e trair seus superiores, ela deve a ele, por
algum motivo bem sério. —
Nós paramos por um momento, imaginando que acordo
misterioso que meu pai tinha com ela. — É irrelevante, no entanto. Ela está nos
ajudando, que é o que importa... e nós deveríamos provavelmente voltar para
ela. —
Eu sabia que ele estava certo mas odiava ter que ir.
Eu queria ficar aqui, nessa ilusão de tranquilidade e segurança, me deixando
acreditar que eu poderia ir para o Parthenon ou até mesmo o Palácio de Milho
algum dia. Eu entreguei o livro de volta para ele. — Só mais um. —
Ele abriu numa página qualquer. O sorriso dele se foi.
— São Petersburgo. —
Uma estranha mistura de sentimentos se agitaram no meu
peito. Nostalgia — porque a cidade era linda. Tristeza — porque a minha visita tinha
sido contaminada pela horrível tarefa que eu tinha ido completar.
Dimitri olhou para a página por um bom tempo,
melancolia em seu rosto. Me ocorreu então que, tirando sua conversa de mais
cedo, ele devia estar experimentando o que eu senti por Montana: nossos velhos,
lugares favoritos, estavam perdidos para nós agora.
Eu o cutuquei gentilmente. — Hey, aproveite onde você
esta, lembra? Não onde você não pode ir. —
Ele relutantemente fechou o livro e tirou seus olhos
dele. — Como você ficou tão esperta? — ele brincou.
— Eu tive um
ótimo professor. — Nós sorrimos um para o outro. Algo me acorreu. Todo esse
tempo, eu pensei que ele tinha ajudado a me resgatar por ordens da Lissa.
Talvez fosse masi que isso. — Foi por isso que você fugiu comigo? — eu
perguntei. — Para ver todas as partes do mundo que você poderia? —
A surpresa dele foi breve. — Você não precisa de mim
para ser sábia, Rose. Você se saindo bem sozinha. Sim, isso é parte do porque.
Talvez eu fosse recebido bem eventualmente, mas havia o risco de não ser.
Depois... depois de ser Strigoi... — ele tropeçou nas palavras um pouco. — Eu
ganhei um novo apreço pela vida. Demorou um pouco. Ainda não estou lá. Nós
estamos falando em nos manter focados no presente, não no futuro — mas é meu
passado que me assombra. Rostos. Pesadelos. Mas quanto mais longe eu fico
daquele mundo de morte, mais eu quero abraçar a vida. O cheiro desses livros e
o perfume que você usa. O jeito que a luz entra pela janela. Mesmo o gosto do
café da manhã com os Protetores. —
— Você é um
poeta agora. —
— Não, apenas
começando a perceber a verdade. Eu respeito a lei e o jeito que nossa sociedade
vive, mas não tem jeito nenhum de eu perder minha vida numa cela logo depois de
a ganhar de volta. Eu queria fugir também. Foi por isso que eu ajudei você.
Isso e… —
— O que? — eu o
estudei, desesperadamente desejando que ele não fosse tão bom em esconder seus
sentimentos de seu rosto. Eu o conhecia bem; Eu o entendia. Mas ele ainda podia
esconder coisas de mim.
Ele levantou, não encontrando meus olhos. — Não
importa. Vamos encontrar a Sydney e ver se ela descobriu algo... apesar de que,
eu odeie ter que dizer isso, eu acho que é pouco provavel. —
— Eu sei. — Fiquei
com ele, ainda pensando no que ele teria falado. — Ela provavelmente desistiu e
começou a jogar Campo Minado. —
Nós nos dirigimos de volta para o café, parando
rapidamente para um sorvete. Comer enquanto andávamos se tornou um desafio e
tanto. O sol estava perto do horizonte, pintando tudo de laranja e vermelho,
mas o calor permanecia. Aproveite, Rose, eu disse para mim mesma. As cores. O
gosto de chocolate. É claro, eu sempre amei chocolate. Minha vida não precisava
estar por um fio para eu adorar sobremesa.
Nós chegamos no café e achamos Sydney sobre seu
laptop, com um Danish mal comido e provavelmente seu quarto copo de café. Nós
sentamos no banco na frente dela.
— Como foi —
hey! Você esta jogando Campo Minado! — eu tentei olhar de perto sua tela, mas
ela tirou ela de mim. — Você supostamente deveria estar procurando uma conexão
com a amante de Eric. —
— Eu já fiz
isso. — ela disse simplesmente.
Dimitri e eu dividimos olhares atónitos.
— Mas eu não
sei quão útil será. —
— Qualquer
coisa será útil, — eu proclamei. — O que você descobriu? —
— Depois de ter
rastreado todos aqueles registos e transações bancárias - e deixem-me dizer,
isso não é nem um pouco divertido - eu finalmente achei uma pequena informação.
A conta de banco que acham só é uma nova. Foi movida de um outro banco cinco
anos atrás. A conta antiga ainda era de uma Joana Ninguém, mas ele fazia uma
referencia a alguém próximo no caso de acontecer algo com o dono da conta. —
Eu mal podia respirar. Não entendia nada de transações
financeiras, mas estávamos prestes a conseguir algo sólido. — Um nome real? —
Sydney assentiu. — Sonya Karp. —
[1] Amish é um grupo religioso cristão anabaptistas baseado nos Estados
Unidos e Canadá. São conhecidos por seus costumes conservadores, como o uso
restrito de equipamentos eletrônicos, inclusive telefones e automóveis.
[2] Loja de animais.
[3] A Classificação Decimal de Dewey (CDD ou DDC na sigla em inglês,
também conhecido como Sistema Decimal de Dewey) é um sistema de classificação
documentária desenvolvido por Melvil Dewey (1851–1931) em 1876, e desde então
enormemente modificado e expandido ao longo de vinte e duas grandes revisões
que ocorreram até 2004.
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