— Ela o que? — Eu
exclamei. Os pássaros que cantavam no sonho no jardim se silenciaram. — Com
eles? É por isso que eles chamaram os guardiões? —
Sonya continuou calma, porém ela franziu ligeiramente
o cenho.
— Victor e
Robert não chamaram os guardiões. Por que chamariam? —
— Por causa... porque
eles queriam se livrar de Dimitri e eu... —
— Talvez, — disse
Sonya. — Mas não enquanto eles ainda estavam na casa. Victor é tão procurado
quanto você. Foi só a magia de Robert que os levou para fora.
— Então quem…?
— A resposta me atingiu. Eu gemi. — John e Emily. Eu deveria saber que isso não
seria tão fácil assim. Eles foram muito rápidos para aceitar fugitivos em sua
casa. —
— Eu realmente
acho que foi apenas John. Emily realmente pareceu acreditar que vocês eram
inocentes... até mesmo se ela não gostasse do por que você estava lá. Também
suspeito de que se ela se preocupasse em chamar os guardiões isso chamaria mais
atenção para a indentidade de Jill. Não me surpreenderia se John os chamasse
nem mesmo advertindo-a sobre os chamar. Ele provavelmente pensou que ele estava
fazendo um favor a todos. —
— E em vez
disso, ele perdeu sua enteada — eu disse. — Mas por que Victor e Robert tinham
que levá-la? E como diabos dois homens velhos subjugaram uma menina
adolescente, de qualquer maneira? —
Sonya encolheu os ombros. — Eles estão, provavelmente,
mais forte do que parecem. Compulsão também, provavelmente, fez um papel nisso.
E, para quê? Difícil dizer. Mas Victor quer poder e controle. Mantendo um Dragomir
perdido com ele é uma boa maneira de possuir isso. —
Eu me encostei em uma árvore. — Bem, nós nunca conseguiremos
levá-la a Corte. —
— Nós só temos
que encontrá-la, — disse Sonya. Eu poderia fazer alguma coisa se ela dormisse.
—
— Mais sonho
ambulante, — eu disse. Minha esperança começou a reacender.
— Você deveria
ir até ela agora. Descobrir... —
— Eu tentei.
Ela não está dormindo. E eu estou disposta a apostar que eles vão mantê-la
acordada justamente por isso, para que eles possam colocar alguma distância
entre nós. Eu vou continuar tentando, no entanto. — Isto não era o ideal, mas
era o melhor que poderíamos esperar até agora.
— E Sydney e os Mastrano?
— Enfrentando
um monte de perguntas. — Sonya deixou a cabeça cair. Eu sabia que ela ainda se
sentia mal em abandonar o seu primo, assim como eu me senti mal sobre Sydney.
Eu gentilmente toquei o braço de Sonya. — Não tem
problema. Eles estarão bem. O que você fez vai ajudar Jill. —
Ela assentiu com a cabeça. — Como vamos manter
contato? Eu não posso esperar sempre até que você durma. —
Silêncio. Excelente ponto.
— Talvez
pudéssemos obter um telefone celular hoje em dia... Deus sabe quanto precisamos
de um. E bem... Por que você não vem até nós? Onde você está de qualquer
maneira? —
Eu me perguntava se eu estava cometendo um erro em
convidá-la a se juntar a nós. Dimitri e eu tínhamos tido um grande esforço para
manter o segredo sobre qual era nossa localização e o confronto com os
guardiões já havia sido um pouco mais próximo que eu gostaria. Além dos
problemas óbvios de prisão, execução, etc, ser capturado nos levaria para fora
do quadro de ajudar Lissa. No entanto, eu tinha certeza de que Sonya era uma de
nossos aliados, e neste momento, ela poderia ser nossa única ligação a Jill.
Eu tinha feito uma aposta semelhante ao revelar onde
estávamos para Victor. E quando ele tinha tecnicamente nos ajudado, a ajuda,
obviamente, saiu pela culatra. No entanto, eu disse para Sonya o nome do nosso acampamento
e as melhores direções que eu podia.
Ela disse que viria —Eu não sabia como ela trataria
disso, mas suspeitava que ela era engenhoso o suficiente e continuaria tentando
chegar a Jill.
— Sonya... — Hesitei
em falar, sabendo que eu deveria deixá-la terminar o sonho. Tivemos importantes
problemas mais graves do que eu estava prestes a perguntar. Além disso, este
era um assunto pessoal. — O que quis dizer no carro... quando eu disse que eu
tinha compartilhado um sonho com o meu namorado? Você parecia surpresa.
Sonya me estudou por um longo momento, aqueles olhos
azuis olhando para dentro de mim mais do que eu gostaria. Às vezes ela parecia
mais segura sendo louca. — Auras dizem muita coisa, Rose, e eu sou muito boa em
lê-las.
Muito melhor do que seus amigos provavelmente são. Um
sonho de espírito envolve sua própria aura de ouro, que é como eu soube. Sua
aura é exclusiva para você, embora ela varie com seus sentimentos e alma.
Quando as pessoas se amam, isso é evidente. Suas auras brilham. Quando você estava
sonhando, a sua estava brilhante. As cores eram brilhantes... mas não o que eu
esperava para um namorado. É claro que nem todo relacionamento é o mesmo. As pessoas
estão em diferentes fases. Eu teria deixado para lá, exceto... —
— Exceto o quê?
— Exceto, que
quando você está com Dimitri, sua aura é como o sol. Então é dele. — Ela sorriu
quando eu simplesmente olhava em silêncio atordoada.
— Você está
surpresa com isso? —
— Eu... isto é,
terminamos. Costumávamos ficar juntos, mas após sua mudança, ele não me quer
mais. Eu segui em frente. Onde seguir em frente aparentemente, significava dar
as mãos e o ter perto, em momentos quentes.
— É por isso
que estou com Adrian. Eu estou feliz com Adrian. — Esta última frase soou quase
na defensiva. Quem era que eu estava tentando convencer? Ela ou a mim?
— Comportamentos
e sentimentos raramente se alinham, — ela disse, parecendo muito com o Dimitri
zen. — Não leve a mal, mas você começou algumas questões para se resolver.
Ótimo. Terapia de uma mulher louca.
— Ok, vamos supor que há algo nisso. Eu só realmente
desisti de Dimitri há algumas semanas atrás. É possível que eu provavelmente
esteja ainda agarrada a alguns sentimentos. — Possível? Eu pensei sobre como eu
sempre estava extremamente consciente de sua presença física no carro, a
harmonia despreocupada na biblioteca, como era bom trabalhar com ele da nossa
forma, os dois sempre determinados e quase nunca adivinhar o outro. E poucas
horas atrás, no quarto…
Sonya teve a audácia de rir. — É possível? Depois de
apenas duas semanas? — Rose, você é tão
sábia em tantas maneiras... e tão jovem em outras. —
Eu odiava ser julgada pela minha idade, mas não tinha
tempo para as birras.
— Ok, sei lá.
Eu ainda tenho sentimentos. Mas não ele. Você não o viu depois que ele mudou.
Foi horrível. Ele estava deprimido. Ele disse que queria me evitar a todo
custo, que ele não podia amar alguém novamente. Não era até essa loucura da
fuga que ele mesmo começou a agir como o velho Dimitri. —
— Ele e eu
conversamos sobre isso, — disse ela, o rosto sério de novo. — Sobre a depressão.
Eu entendo isso. Depois de ser Strigoi... fazer o que fizemos... você não se
sente digno de ter uma vida. São apenas culpa e escuridão e as memórias de
esmagamento desse mal. — Ela estremeceu.
— Você... você
agiu de forma diferente dele. Quero dizer, você parece tão triste às vezes, mas
em outras... é como se nada tivesse acontecido. Você já está de volta ao seu
antigo eu. Na maioria das vezes. Por que a diferença de vocês dois? —
— Ah, Eu ainda
tenho a culpa, acredite em mim. Depois que Robert me mudou... — Havia veneno
quando ela falou seu nome. Bem, eu não queria sair da minha casa, minha cama.
Eu me odiava por aquilo que eu tinha feito.
Eu queria ter sido estacada até a morte. Então Dimitri
falou comigo... Ele disse: que a culpa era inevitável. O fato de que eu posso
sentir isso prova que eu não sou mais Strigoi. Mas ele me disse que eu não
posso deixar que me impeça de abraçar a vida novamente. Que tinha sido dada a
nós uma segunda chance, ele e eu não podemos jogá-la fora. Ele também disse que
levou algum tempo para realizá-lo e que ele não queria que eu cometesse os
mesmos erros. Ele me disse para abraçar a vida e sua beleza e as pessoas que eu
amo antes que fosse tarde demais. Embora isso possa ser difícil. Deixar o
passado de Strigoi... é como um peso, sempre pressionando a mim. Ele jurou que
não ia deixá-lo controlá-lo mais, que, acredite em mim, soa nobre, mas é muito
difícil de fazer e que ele não ia deixar sua vida ser inútil. Ele já tinha
perdido algumas coisas para sempre, mas se recusou a perder o resto. —
— Ele disse
tudo isso? Eu... Eu não tenho certeza do significado de metade disso.
— Disse-me para abraçar a vida e a sua beleza e as
pessoas que eu amo antes que fosse tarde demais. — Às vezes eu não quero. Como
eu disse, é muito mais fácil dizer do que fazer. Ainda assim, acho que ele tem
me ajudado a recuperar mais rapidamente do que eu faria por mim mesma. Eu sou
grata. E quanto a você e sua aura... — Aquele pequeno sorriso voltou. — Bem,
você começou a descobrir. Eu não acredito em almas gêmeas, não exatamente. Eu
acho que é ridículo pensar que há somente uma pessoa lá fora para nós. E se a
sua — alma gêmea — vive no Zimbabué? E
se ele morrer jovem? Eu também acho que — duas almas se tornar um só, — é
ridículo. Você tem necessidade de agarrar-se. Mas eu acredito em almas estarem
em sincronia, as almas que refletem uns aos outros. Eu vejo a sincronia em
auras. Eu posso ver o amor também. E eu vejo tudo isso na aura dele e na sua.
Só você pode escolher o que fazer com essa informação, se você ainda acredita
nela. —
— Sem pressão,
— eu murmurei.
Ela parecia que estava prestes a terminar o sonho, mas
depois parou e deume um olhar penetrante.
— Um coisa para
se ter cuidado, Rose. Suas auras combinam, mas elas não são idênticas. Dimitri
é enriquecido com pedaços de escuridão, que ficaram de seu trauma. Mas a
escuridão desaparece um pouco a cada dia. Você carrega a escuridão também, mas
não o seu desaparecimento. —
Eu tremi. — Lissa. É a escuridão que eu estou
absorvendo dela, não é? —
— Sim. Eu não
sei muito sobre os vínculos, mas o que você está fazendo — mesmo que para
ajudá-la — é muito perigoso. Prantos de espírito nos separaram, sem questionar,
mas em alguns aspectos... Eu acho que nós usuários espírito encaramos isso um
pouco melhor. Não que isso seja óbvio, — ela acrescentou com ironia. Mas você?
Não. E se você tomar muito, eu não sei o que vai acontecer. Estou com medo de
esta adaptação. Eu tenho medo apenas que este curso poderá tornar uma faísca —
um catalisador — que explodirá dentro de você. —
— O que
acontece, então? — Sussurrei.
Ela balançou a cabeça lentamente. — Eu não sei. —
Com isso, o sonho desvaneceu.
Eu caí no sono sem sonhos, apesar de meu corpo, como
se soubesse que era hora de tomar o meu turno, acordou por ele mesmo poucas
horas depois.
A escuridão da noite me cercou mais uma vez, e perto,
eu ainda podia ouvir Dimitri, respirar firme e sentir seu calor.
Tudo o que eu tinha acabado de discutir com Sonya se
despejou de volta para mim. Muito, muito. Eu não sabia por onde começar a
processá-lo. E não, eu não sabia se eu podia acreditar, não com o que tinha
visto na vida real. Comportamentos e sentimentos raramente se alinham.
Respirando fundo, eu me obriguei a ser uma guardiã, não uma garota
emocionalmente abalada.
— Seu tempo de
sono, camarada. —
Sua voz veio a mim como a luz na escuridão, suave e
baixa. — Você pode descansar mais, se você precisar. —
— Não, bem, eu
estou bem, — eu disse a ele. — E lembre-se, você não é... —
— Eu sei, eu
sei, ele riu. Eu não sou o general. Oh senhor. Nós acabamos de fazer piada um
ao outro. Eu acredito em almas que estão em sincronia.
Severamente me lembrei que Sonya não visitou meu sonho
para falar da minha vida amorosa, contei o resto do sonho para Dimitri,
descrevendo a traição de John e o sequestro de Jill. — Será que eu... eu fiz a
coisa certa dizer para Sonya onde estamos? —
Alguns minutos se passaram antes que ele respondesse.
— Sim. Você está certa de precisarmos de sua ajuda e ela pode encontrar Jill. O
problema é que Victor e Robert tem como saber disso também. — Suspirou. — E
você está certa que seria melhor descansar para o que está por vir. —
Então, dessa forma eficiente dele, ele não disse mais
nada. Logo, sua respiração mudou quando ele caiu de volta no sono. Foi incrível
como ele fez isso com tão pouco esforço. Claro, isso era algo que era ensinado
para guardiões: aproveitar o sono quando você pode, porque você não sabe quando
você será capaz de faze-lo novamente. Era um truque que eu nunca peguei.
Olhando para a escuridão, eu mantive meus sentidos aguçados, para ouvir
qualquer som que pode indicar perigo.
Eu não poderia ter um talento para adormecer
imediatamente, mas eu poderia manter meu corpo alerta e acordado enquanto
verificava Lissa. Jill e nossa fuga ocupou-me hoje, mas os acontecimentos na
Corte ainda pesava sobre mim. Alguém tinha tentado matar Lissa, e um grupo de
responsáveis tinha apenas arrastado Eddie.
Quando eu olhei através dos olhos dela, não foi
nenhuma surpresa encontrar a maioria dos meus amigos juntos. Eles estavam em
uma sala, completamente intimidante semelhante ao QG que foi questionado sobre
minha fuga, só que era maior.
E com boa razão. Ele estava lotado com todos os tipos
de pessoas. Adrian e Christian ficaram por Lissa, e eu não precisava saber ler
a aura para ver que eles estavam tão desconfortáveis quanto ela. Hans estava
atrás de uma mesa, as mãos apertadas sobre ele quando ele se inclinou para
frente e olhou para todos. Oposto a Lissa, contra a parede mais distante, Eddie
sentou-se imóvel em uma cadeira com um guarda de cada lado dele. Ambos os
guardas estavam tensos, preparando para entrar em ação. Eles pensaram que Eddie
era uma ameaça, eu percebi que era ridículo. No entanto, Hans pareceu
compartilhar suas ideias.
Ele apontou o dedo para uma fotografia em cima da
mesa. Dando um passo à frente, Lissa viu que a imagem era do cara que a atacou
-uma foto tirada após a sua morte. Seus olhos estavam fechados, sua pele
pálida, mas ela forneceu uma visão detalhada das características de seu rosto,
calma como estava.
— Você matou um
Moroi! — Hans exclamou. Eu estava aparentemente sintonizada com o meio da
conversa. — Como é que não é um problema? Você é treinado para protegê-los! —
— Eu protegi, —
disse Eddie. Ele estava tão calmo, tão sério que a parte de mim que ainda
poderia reunir uma sensação de humor, achava que ele era como um Dimitri Junior.
— Eu a protegi. Que diferença faz se as ameaças são de Moroi ou Strigoi? —
— Nós não temos
nenhuma prova de qualquer um dos detalhes deste ataque, — rosnou Hans.
— Você tem três
testemunhas! — rebateu Christian. — Você está dizendo que os nossos relatórios
são inúteis? —
— Eu estou
dizendo que vocês são amigos dele, o que torna seus relatórios questionáveis.
Eu teria gostado se tivesse um guardião por perto para verificar isso. —
Agora o temperamento de Lissa inflamou. — Você fez!
Eddie estava lá. —
— E não havia
nenhuma maneira que você poderia tê-la protegido, sem matá-lo? —
Perguntou Hans.
Eddie respondeu, e eu sabia que ele estava ponderando
seriamente a pergunta, perguntando se ele poderia realmente ter cometido um
erro. No último, ele sacudiu a cabeça. — Se eu não tivesse o matado, ele teria
me matado. —
Hans suspirou, seus olhos cansados. Foi fácil para mim
ficar zangada com ele agora, e eu tive que lembrar que ele estava apenas
fazendo seu trabalho.
Ele pegou a foto. — E nenhum de vocês, nenhum de
vocês, reconhece este homem? —
Lissa estudou o rosto mais uma vez, reprimindo um
tremor. Não, ela não tinha reconhecido ele durante o ataque e iria reconhecê-lo
agora. Não havia nada memorável nele - nenhum aspecto notável que você poderia
apontar.
Nossos outros amigos balançaram a cabeça, mas Lissa
sentiu-se franzindo o cenho.
— Sim,?
perguntou Hans, imediatamente em alerta sobre essa mudança sutil.
— Eu não o
conheço... — Disse ela lentamente. A conversa com Joe, o zelador, veio à sua
mente.
— Como ele era?
— ela tinha perguntado a Joe.
— Pano, Comum.
Excepto a mão... —
Lissa olhou para a foto mais um momento, que por pouco
mostrou uma mão cicatrizada com um par de dedos dobrados. Eu também tinha isso
notado na luta. Ela levantou os olhos para Hans. — Eu não o conheço, — ela
repetiu. — Mas eu acho que conheço alguém que conhece. Há um faxineiro... bem,
um ex-zelador.
A pessoa que testemunhou sobre Rose. Eu acho que ele
viu esse cara antes. Eles têm um interessante relacionamento. Mikhail estava
indo ter certeza de que ele não deixaria a Corte. —
Adrian não parecia feliz em ter tudo sobre Joe à tona,
visto que implicava a sua mãe por causa do suborno.
— Eles terão
uma dificuldade para faze-lo falar. —
Hans estreitou os olhos. — Ah, se ele sabe alguma
coisa, bem vamos fazê-lo falar. Ele deu um aceno de cabeça afiada em direção à
porta, e um dos responsáveis por Eddie se mudou para ele. — Encontre esse cara.
E mande-o com nossos 'convidados. O guardião assentiu e saiu da sala.
— Qual convidados?
— Perguntou Lissa.
— Bem, — disse
Hans, — é engraçado você mencionar Hathaway. Porque nós só tivemos um
avistamento dela. —
Lissa enrijeceu, pânico passou por ela. Eles acharam
Rose. Mas como? Abe havia garantido a ela que eu estava segura naquela cidade
no oeste Virgínia.
— Ela e Belikov
foram vistos fora de Detroit, onde uma menina foi raptada. —
— Eles nunca
fariam… — Lissa parou. — Você quis dizer Detroit? Foi com grande contenção que
ela não atirou um olhar questionador na direção de Christian e Adrian.
Hans balançou a cabeça, e embora ele deu a aparência
de apenas estar transmitindo informações, eu sabia que ele estava contando por
algum tipo de reação dos meus amigos. — Eles tinham algumas outras pessoas com
eles. Alguns deles fugiram, mas nós pegamos um. —
— Quem é que
eles sequestram? — Perguntou Christian. Sua surpresa não era falsificada
também. Ele também tinha pensado estavamos seguramente escondidos.
— Mastrano, — disse
Hans. — Alguma coisa Mastrano. —
— Jill
Mastrano?! — Exclamou Lissa.
— Jailbait? — Perguntou
Adrian.
Hans claramente não tinha se informado sobre este
apelido, mas não teve a oportunidade de questioná-los porque então, a porta se
abriu. Três guardiães entraram, e com eles veio Sydney.
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